segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Nova época, velhos pecados
Prometi, a mim mesmo, que ia deixar de publicar no blog. Foram demasiadas decepções no final da última época. Demasiadas angustias que afectam,inclusivamente, a actividade laboral. Esperei que o defeso trouxesse a clarificação necessária e consequentemente a paz e alegria ao clube. Esperei, mas fiz mal. Tudo correu mal neste defeso. Ninguém explicou o que correu mal na última época, não se tiraram quaisquer conclusões do fracasso. Fez-se de conta que vivíamos num mundo de amnésicos e os adeptos foram votados ao ostracismo. Se a decisão era, em consciência, manter o JJ tinha que se mexer, a sério, no plantel. Cardozo, Melgarejo, Artur, Luisão, Maxi Pereira tinham que ter saído para se iniciar um novo ciclo, em que os novos jogadores não tivessem passado pelo trauma da época anterior e acreditassem no treinador. Nada foi feito nesse sentido. Manteve-se Cardozo e Melgarejo, Artur continua sem concorrente directo, Luisão continua no centro da defesa apesar da equipa sofrer golos em todos os jogos, Maxi permanece como titular apesar de estender uma avenida uruguaia pelo lado direito, foi-se buscar um defesa esquerdo brasileiro que consegue ser pior que o Melgarejo, estendendo ele próprio uma autentica avenida Brasil. Para a frente vieram dois internacionais sérvios, que ironia do destino, no esquema de JJ, vão rivalizar pelo lugar de 9,5. Funes Mori - que , por acaso, acho que tem muito potencial vem para, supostamente, substituir o Cardozo, mas é um jogador que precisa de ganhar confiança para poder recuperar o tempo perdido. Logo, chega na altura errada. Depois, para além disto, Roberto foi vendido 2 vezes ou, se calhar, nenhuma; Fariña fez escala no Benfica; Pizzi nem escala fez; se calhar, Fabián vem substituir o Fariña, etc... Um mar de trapalhadas não explicadas. Quanto ao jogo jogado, estou com Gaspar Ramos, era expectável a derrota com o Marítimo, assim como é expectável que daqui a 3 ou 4 jornadas estejamos arredados do título. Triste sina esta de sofrer pelo Benfica. E o pior de tudo é que perdi qualquer esperança no Presidente do Benfica. O homem, simplesmente, não aparece.
domingo, 26 de maio de 2013
Resumo da época
Época totalmente falhada pelo Benfica. Muitos erros por parte da direção do Benfica. Plantel bastante desequilibrado, má política de comunicação, erro estratégico na gestão do dossier Jorge Jesus. Quando Pinto da Costa diz que é o treinador que salva a direção, se calhar, é mesmo verdade. Provavelmente, é altura de mudar de presidente e de treinador.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Pormaiores
Vítor Pereira e Pinto da Costa conseguiram demonstrar, no final do clássico, que a maior ausência não foi a de James Rodriguez, mas sim, de Pedro Proença.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Pedro Sousa e a data e hora do Sporting-Benfica - Futebol Nacional - Notícias - RTP
Pedro Sousa e a data e hora do Sporting-Benfica - Futebol Nacional - Notícias - RTP
Depois de todo o folclore, quatro certezas:
- nenhum clube merece uma direcção como a do Sporting. É constrangedor.
- o derby já tem resultado: 0-3 por falta de comparência do SCP.
- o estádio de Alvalade é mau e tem um deplorável relvado.
- o Pedro Sousa é bom, é a fazer relatos!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Batota de Glasgow e os Freitas, Pipas e companhia
Penalti inventado, a 9 minutos do fim do tempo regulamentar, que colocou o Celtic na fase seguinte da Liga dos Campeões.
Jogo completamente controlado pelo Spartak que demonstrou ser melhor equipa que o Celtic. Vi o jogo, em directo, porque acreditava que o Benfica se ia aguentar em Barcelona, sendo decisivo o jogo da Escócia. Nada fazia prever que os escoceses marcassem o segundo golo até à invenção do árbitro. Resta dizer que nesta jogada o avançado Samaras, antes do simular o penalti, comete falta sobre o defesa.
Sobre o jogo do Benfica, vi-o em diferido na Barça Tv, e pude testemunhar o enorme jogo que fizemos. Quem diz que o Benfica tinha obrigação de ganhar, devido à constituição da equipa do Barcelona, não percebe nada de futebol. O Barça jogou com Pinto, Montoya, Puyol, Adriano, Song, Thiago, Villa e Tello (jogadores com habitual presença na equipa principal) e com 3 jogadores da equipa B. Ainda entraram, Messi, Piqué e a jóia Deulofeu. No Benfica jogaram, Melgarejo (o ano passado jogava no Paços de Ferreira e este ano foi adaptado a defesa esquerdo), Matic (jogou nas reservas do Chelsea, estando em processo de adaptação à posição 6), André Gomes (há alguns meses atrás jogava nos juniores), Nolito (jogava na equipa B do Barça), Ola John (internacional sub-21 pela Holanda e a fazer a primeira época de Champions), Rodrigo (jogou na equipa B do Real Madrid, sendo, ainda, um miúdo), André Almeida (jogava há poucos meses na equipa B). Resta dizer que o Benfica jogou em Camp Nou de uma forma tão personalizada que os próprios comentadores da Barça Tv estavam impressionados com o que estavam a presenciar.
Sobre a fase de grupos, não há muito a dizer. Quem, correctamente, prescinde de Witsel e Javi Garcia, em cima do início da época, coloca em causa a Champions. Foi, precisamente, isto que ocorreu nos primeiros três jogos. A equipa jogou em Glasgow sem Luisão, Maxi, Witsel e Javi Garcia. Jesus colocou André Almeida, Melgarejo, Matic, Enzo Perez e Jardel, num jogo de alto risco, e saiu-se bem, no entanto, não foi possível ter a ousadia para vencer o jogo. Em Moscovo e na Luz com o Barcelona fizemos péssimos jogos e comprometemos o apuramento.
Quanto às críticas sobre o jogo de Barcelona, fico estupefacto com o que tenho assistido na Bola Tv. Indivíduos como o José Manuel Freitas ou André Pipa ou não percebem nada de futebol, ou têm agenda paralela nas suas intervenções. Os seus comentários são tão ridículos que só alguém sem qualquer sentido crítico pode cair na "esparrela". Ontem, o Rodrigo tinha saído aos 7 minutos, há uns tempos atrás, o Matic não jogava nada e o Jorge Jesus era um mal-educado para com os jornalistas. Para o Pipa, a constituição da equipa do Barça colocou em causa o fair-play da Champions e o Celtic fez justiça, ao cair do pano. Esqueceu-se de referir o extraordinário fair-play que constituiu o penalti do Celtic.
Para estes adeptos de futebol, o que interessa é defender o Ronaldo e o Mourinho. Quanto ao Benfica é um fartar-vilanagem. Bem faz o FCP que os deixa à porta e os trata abaixo de cão.
Batota no futebol europeu
Já chegamos a uma final da Taça dos Campeões com um golo marcado com a mão. Hoje ficamos fora da Champions com um pénalti inexistente assinalado a favor do Celtic, quando faltavam menos de dez minutos para o fim do jogo. Tudo isto cheira a batota, mata o futebol. Até quando vão continuar os senhores da UEFA a protelar a entrada dos meios audiovisuais no futebol?
domingo, 2 de dezembro de 2012
Planeta Benfica: Rui Santos sobre a arbitragem de Olegário em Braga...
Planeta Benfica: Rui Santos sobre a arbitragem de Olegário em Braga...: Queixam-se os portistas de uma má arbitragem de Benquerença, alegando excesso de zelo em matéria disciplinar. As consequências não terã...
sábado, 1 de dezembro de 2012
Olegário e o Fcp
Vale a pena fazer um jogo com o Fcp arbitrado por Olegário Benquerença? Na minha opinião, não. Se em lugar do Braga, fosse o Benfica a entrar em campo no jogo de logo à noite, eu, fervoroso benfiquista, não perderia tempo com essa fantochada. Nem no sofà, quanto mais no estádio!
(escrito antes e publicado depois de jogo polémico onde morreu um adepto).
(escrito antes e publicado depois de jogo polémico onde morreu um adepto).
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Deve Portugal negociar a sua saída da zona euro?
Os portugueses vivem tempos difíceis. Difíceis, porque existe uma enorme indefinição. Exige-se uma clarificação. Na minha opinião, só existem dois caminhos: ficar ou sair da zona euro. É tempo de se estudar o impacto da saída de Portugal e da Grécia da zona euro. Neste momento, estes países encontram-se em estado comatoso e sem expectativas de haver uma evolução positiva. Ora, esta situação é insustentável para o doente e para quem paga o internamento (por exemplo, Alemanha). Qual o interesse de estarmos sujeitos a um programa que nos é imposto, de modo a justificar o financiamento perante as respectivas opiniões públicas, se o programa nos conduzirá inevitavelmente ao descalabro? Durante quanto tempo vai durar esta mentira? Sejamos claros, a austeridade que nos condena é a única justificação que a líder alemã tem para apresentar aos seus conterrâneos, de modo a poder passar o cheque aos países do Sul. O problema desta situação é que a austeridade vai provocar maior necessidade de financiamento à medida que a economia vai afundando. Portugal e a Grécia devem negociar a respectiva saída da zona euro de forma a que o impacto imediato seja o menos penoso possível e de maneira a assegurar financiamento. O tempo urge.
domingo, 25 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Que patetice!
Quem conhece a história do futebol português nos últimos anos não pode deixar de sorrir perante a reacção do treinador do FCP ao sorteio da Taça de Portugal.
domingo, 18 de novembro de 2012
Notas soltas
1ª - O Benfica criou o bilhete família - 25 euros para 4 elementos (2 adultos e 2 crianças) havendo a obrigatoriedade de 1 ser sócio com mais de 18 anos. Agrada-me a medida, mas aguardo que o preço das quotas também baixe para a família, porque no nosso caso somos todos sócios.
2ª - Em 3 deslocações a Alcochete as nossas equipas A, na formação, saíram derrotadas. Pobre pecúlio para tão grande ambição. Golear equipas frágeis é fácil, difícil é defrontar iguais. Num ano em que a palavra-chave é a superação, estamos muito aquém do desígnio supra-citado.
sábado, 10 de novembro de 2012
"O" penalty.
Temos que acreditar e levantar a cabeça. Um dia, ainda, vou ver um árbitro a marcar um golo! Para já vão marcando penaltis.
Ah! O árbitro é o brilhante Rui Costa, irmão do saudoso Paulo Costa.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Portugueses no Estádio da Luz
Quando em tempos idos me preparava para concluir a licenciatura na Universidade de Coimbra, houve um tema que assaltava as mentes dos finalistas: a viagem de finalistas. Uns queriam aproveitar o dinheiro angariado em diversos eventos para poder ir para destinos mais exóticos, enquanto outros se lamuriavam por não terem o dinheiro necessário para poder seguir na viagem. A viagem para os sítios mais caros obrigava a colocar dinheiro para além do que tínhamos conseguido amealhar. Entre reuniões oficiais e oficiosas os dias iam passando sem conseguirmos chegar a qualquer conclusão. Houve, porém, um dia e uma reunião em que um daqueles colegas mais reservados tomou a palavra e disse: "ou vamos todos, ou ficamos todos". E assim foi, não houve ninguém que tenha ficado em terra devido a motivos financeiros (escolhemos um destino mais barato). Encontro paralelismo nesta história, com a actual situação do meu Benfica. O Benfica é um clube de origens humildes, criado e levado ao colo pelos seus associados. Em tempos difíceis, seria bom que a direcção tivesse em conta a realidade do clube. Quantos adeptos não quereriam assistir aos jogos e, no entanto, não têm dinheiro para o fazer? Quando o preço do bilhete de cinema é de cerca de 5 euros e, mesmo assim, as salas estão desertas, não vai ser a paixão clubista que vai conseguir encher estádios com preços 3, 4 e 5 vezes superiores aos preços do cinema. Como pode uma família ir ao estádio, se o preço para associados é de, no mínimo, 10 euros? No caso da minha família são 25 euros por jogo, fora os transportes públicos ou a gasolina (porque moro em Lisboa). Se a política de preços do clube se mantiver, o Benfica está a trair a sua História porque estes preços conduzem a um certo elitismo que é contra-natura no nosso clube. É altura do clube voltar a ser clube e deixar para segundo plano a empresa, porque só o clube pode perdurar. O meu repto a esta direcção é que baixe o preço dos bilhetes e das quotas para níveis comportáveis com a realidade portuguesa (porque não baixar 50%?) mesmo que se possa perder competitividade com a descida dos custos do plantel. Em tempos em que discute a entrada de portugueses no onze do Benfica eu diria que é mais importante discutir a entrada de portugueses no Estádio da Luz.
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