Por paradoxal que possa ser, após um empate, hoje estou menos preocupado. O Benfica ganhou um lateral esquerdo (Melgarejo), um número 6 que vai ter uma projecção muito superior ao seu antecessor (Matic) e um médio que está hoje num patamar muito superior à época passada (André Almeida). Quanto ao resto, é uma questão de táctica e da sua afinação, de molde a não expor a equipa de forma exagerada ao risco (colocar mais jogadores atrás da linha da bola). Como pontos negativos coloco a forma como a equipa é apanhada em contra-pé de forma exagerada e, individualmente, a não integração de Ola John no futebol português.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
A transparência da Sad benfiquista
Uma vez que Luís Filipe Vieira fez suas bandeiras, a transparência e a credibilidade, não deve ter ficado muito satisfeito com as recentes declarações de Rui Gomes da Silva num programa televisivo. São declarações muito pouco abonatórias para a própria pessoa, para o presidente e para o clube. Ficamos, igualmente, a saber que o Benfica só detém 20% do passe de Ola John, pertencendo o resto a um fundo. Mais uma vez, não me parece uma situação transparente, nem benéfica para o clube. Aguardo, esclarecimentos do presidente e, se não for pedir muito, a não continuação de Rui Gomes da Silva como vice-presidente. No Benfica devem estar os melhores e não me parece que seja o caso. Noutro prisma, estranho que não haja investigação das autoridades competentes, em relação aos negócios obscuros do futebol.
Primeiros sinais da democracia Portuguesa
Como pode um País ter futuro quando as mortes de um Primeiro-Ministro e de um Ministro da Defesa não são julgadas em tribunal?
O futuro de Portugal e dos Portugueses
A vida é feita de ciclos. A vida das pessoas, dos países, dos emblemas desportivos, etc. Quando Pedro Passos Coelho se dirigiu ao País pela última vez, provocou o fim do seu ciclo. Quer isto dizer que ficaremos melhor? Não, porque é a própria democracia vigente que está caduca. Passos fechou o seu ciclo, como Sócrates, Durão, Santana e tantos outros o tinham feito. Todos sucumbiram perante o poder do dinheiro. Nesta encruzilhada em que vivemos, só vejo 3 saídas possíveis para o País:
- manutenção de líderes fracos como os que temos tido, até ao momento, e entrega do que restar do País a uns futuros: Estados Unidos da Europa. Esta, para mim, é a solução mais real e não passará de uma fuga para a frente. Conduzirá, inevitavelmente, a conflitos armados dentro da Europa.
- Aparecimento de figuras com a dimensão de um Mário Soares que, com o seu carisma e combatividade, possam resgatar a democracia em Portugal.
- Aparecimento de uma figura como Oliveira Salazar que restabeleça de forma autoritária aquilo que a democracia tem vindo a assassinar.
Eu, que sou optimista por natureza, não posso deixar de pensar que o futuro não está na Europa.
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Pedro Passos Coelho hoje perdeu o País
Retirar dinheiro às famílias em dificuldade para o entregar a empresas que, posteriormente, não têm quem compre os seus produtos é "uma filha duma putice". Não vai resolver o défice e vai empobrecer miseravelmente os portugueses. A injustiça é insuportável e inevitavelmente conduzirá a conflituosidade social.
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