Os portugueses vivem tempos difíceis. Difíceis, porque existe uma enorme indefinição. Exige-se uma clarificação. Na minha opinião, só existem dois caminhos: ficar ou sair da zona euro. É tempo de se estudar o impacto da saída de Portugal e da Grécia da zona euro. Neste momento, estes países encontram-se em estado comatoso e sem expectativas de haver uma evolução positiva. Ora, esta situação é insustentável para o doente e para quem paga o internamento (por exemplo, Alemanha). Qual o interesse de estarmos sujeitos a um programa que nos é imposto, de modo a justificar o financiamento perante as respectivas opiniões públicas, se o programa nos conduzirá inevitavelmente ao descalabro? Durante quanto tempo vai durar esta mentira? Sejamos claros, a austeridade que nos condena é a única justificação que a líder alemã tem para apresentar aos seus conterrâneos, de modo a poder passar o cheque aos países do Sul. O problema desta situação é que a austeridade vai provocar maior necessidade de financiamento à medida que a economia vai afundando. Portugal e a Grécia devem negociar a respectiva saída da zona euro de forma a que o impacto imediato seja o menos penoso possível e de maneira a assegurar financiamento. O tempo urge.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Que patetice!
Quem conhece a história do futebol português nos últimos anos não pode deixar de sorrir perante a reacção do treinador do FCP ao sorteio da Taça de Portugal.
domingo, 18 de novembro de 2012
Notas soltas
1ª - O Benfica criou o bilhete família - 25 euros para 4 elementos (2 adultos e 2 crianças) havendo a obrigatoriedade de 1 ser sócio com mais de 18 anos. Agrada-me a medida, mas aguardo que o preço das quotas também baixe para a família, porque no nosso caso somos todos sócios.
2ª - Em 3 deslocações a Alcochete as nossas equipas A, na formação, saíram derrotadas. Pobre pecúlio para tão grande ambição. Golear equipas frágeis é fácil, difícil é defrontar iguais. Num ano em que a palavra-chave é a superação, estamos muito aquém do desígnio supra-citado.
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